26 maio, 2012

Hän Solo, de Rui Lacas


Começa hoje aquele que provavelmente tem dos melhores ambientes bedéfilos entre todos os festivais de banda desenhada que se realizam em Portugal. Beja é uma cidade extremamente acolhedora. O Paulo Monteiro é um excelente anfitrião. E a Casa da Cultura transforma-se por esta altura na sua sala de visitas. Daqui a umas horas ponho-me a caminho do VIII FIBDB. Depois darei aqui noticias. Para já entre os vários lançamentos que estão previstos para este fim-de-semana, fica a nota do primeiro, da editora Polvo, que apresenta o mais recente livro de Rui Lacas: Hän Solo.

Ao abrigo do Programa Erasmus, Hän, um holandês, ruma a Lisboa para estudar. Depressa se ambienta às novas rotinas, acabando por arranjar casa, namorada(s) e trabalho, o que o leva a permanecer. Ficamos a conhecer, em flashes, a história pessoal de Hän (dádiva de Deus, em alemão) e as suas relações com personagens que surgem e desaparecem. Mas nem tudo são rosas na vida deste fotógrafo freelancer, que ama o desenho e a pintura. Uma doença do foro mental aflige-o e circunstâncias várias acabam por levá-lo a Madrid, onde conhece um curioso grupo e acaba por ganhar um novo nome.

Nesta obra Rui Lacas demonstra todo o seu amor por Lisboa, reproduz fielmente uma certa boémia do Bairro Alto e mostra estar atento ao momento de crise e tensão que atravessamos, retratando as manifestações recentemente ocorridas na capital espanhola, na qual nos conduz igualmente numa pequena visita guiada.

FICHA TÉCNICA
Hän Solo. Fora de colecção; 24 x 17 cm; capa em bicromia, com badanas; 64 pág. impressas a 2 cores; Junho 2012; PVP: 9,90 Euros (s/IVA); ISBN: 978-989-8513-06-9

3 comentários:

refemdabd disse...

BOA. Consegui por um telemóvel a tocar durante um colóquio ou apresentação! Ó MEU AMIGO...desliga o telemóvel antes de entrar para a coisa.

Enfim, mais um ano que perco o festival (há dois anos também não pude lá estar). Pois é, alguém tem de trabalhar para meter este país a produzir, a ganhar dinheiro, para alguns poderem andar a passear com livrinhos de bonecos debaixo do braço e jantaradas com os amigalhaços seguidas de copos à fartazana...eu sei, eu sei: a inveja é uma coisa muito feia.

Vai dando notícias aqui, se faz favor.

Nuno Amado disse...

Verbal... não ligues a invejosos que fingem que trabalham...
:P

:D

Abraço

verbal disse...

Lol Refém foste tu então!!! Caraças! Ainda devolvi a chamada para o insulto...eheheeh... mas o número não estava atribuído!

Tu trata de trocar o turno já para o próximo e assim juntas-te aqueles que andam a passear o livro de bonecos debaixo do braço...eheheh

@Nuno, eu sei que ele ficou a roer-se todo aqui em Lisboa :)

Abraço

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