sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Lançamento da adaptação gráfica do livro que inspirou o filme Apocalypse Now!

Como não há uma sem duas, a RELÓGIO D’ÁGUA brinda-nos este Natal com uma segunda novidade. A nova proposta de leitura, acabada de chegar às livrarias nacionais, é a interessante obra CORAÇÃO DAS TREVAS, com adaptação e desenho de Luc Brahy, que tomou como referência o romance literário do escritor inglês Joseph Conrad, Heart of Darkness, que por sua vez inspirou a história do genial filme de Francis Ford Coppola, Apocalypse Now

CORAÇÃO DAS TREVAS
Charles Marlow, um jovem capitão da marinha britânica, é encarregado de encontrar um traficante de marfim chamado Kurtz. Esse homem, tão temido quanto admirado, desapareceu misteriosamente na selva africana, deixando atrás de si um rasto de rumores inquietantes, e o que deveria ser uma simples viagem torna-se um confronto com o desconhecido. Uma pergunta persegue Marlow: e se as verdadeiras trevas não forem as da selva, mas as da alma humana?
 
Ficha técnica:
Coração das Trevas 
Adaptação e ilustração de Luc Brahy
Capa mole, 19,5 x 27 cm, cores, 108 páginas.
ISBN: 978-989-783-648-0
PVP: € 20,00
Editora RELÓGIO D’ÁGUA
 

6 comentários:

Antonio disse...

Mais um lançamento aleatório de um selo que não edita BD. Para cumprir calendário?…

pedini disse...

PRR em acção

Nuno Neves disse...

António, a Relógio D'Água tem uma média de dois romances gráficos por ano nos últimos 5 anos. Este é o 13º título de banda desenhada da editora. Tem os direitos da obra original e aproveita para editar a versão adaptada para BD. Aconteceu com o Duna, com Mataram a Cotovia, e agora com este. Nada a criticar.

Nuno Neves disse...

Há editoras que tem concorrido aos apoios para editar, mas não é o caso desta.

Antonio disse...

Viva Nuno. Não questiono a legitimidade nem o direito da editora colocar este título no mercado mas, e penso que o Nuno concordará, o facto de insistirem apenas e quase sempre no lançamento de adaptações de obras literárias, como se a BD fosse apenas uma disciplina menor subserviente á "grande" literatura. Junta-se a isto a escolha, discutível, das adaptações. Sendo, como diz, uma "extensão" de direitos adquiridos e havendo outras adaptações, qual foi o critério para esta em particular? Já agora, pouco feliz trabalho gráfico de capa da Relógio D'Água. O original também não valoriza a obra mas este? E quem é Cyril Saint-Blancat? Não consta da capa original. Espero igualmente que a imagem da capa, contrariamente á divulgada nos média, se aproxime mais do original em termos de contraste, profundidade e saturação.

Nuno Neves disse...


António obviamente que não conheço qual critério que subsiste nas escolhas das nossas editoras, mas pelo que vou observando quer-me parecer que as preferências seguem muitas vezes gostos pessoais dos editores, em função das temáticas e autores, obras premiadas lá fora e histórias fechadas. As adaptações por cá representam perto de 5% do total que foi editado. Não é muito relevante. Quanto a esta obra em particular, a capa parece-me algo cinematográfica (talvez um piscar de olho ao filme Apocalipse Now). Cyril Saint-Blancat é o responsável pelas cores e que teve direito a destaque na capa da obra. Quanto à obra lê-se sem deslumbrar. A sua narrativa não é das melhores obras para uma adaptação em banda desenhada.