terça-feira, 3 de março de 2026
Se gostas de “mais arroz” isto não é para ti!
segunda-feira, 2 de março de 2026
Michel Vaillant em Angoulême!
Esta “segunda vida” de Michel Vaillant com o foco mais nos negócios e na família Vaillant do que nas corridas propriamente ditas, tem tido os seus altos e baixos em termos de histórias.
Começou bem a cativar o interesse nos primeiros álbuns, manteve-se segura até ao oitavo volume e depois teve uma queda em termos de qualidade narrativa. Agora nos dois últimos àlbuns, este incluído, parece que a máquina voltou de novo a engrenar. As capas é que se mantêm sempre fantásticas!
Segue-se o 14º volume desta segunda série, que leva a aventura até Angoulême. REMPARTS tem a chancela da editora ASA e chega às livrarias a partir de amanha.
domingo, 1 de março de 2026
A leitura de Duas Raprigas Nuas
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Dos mesmo autores de Islander chega-nos Sangoma
Para quem já leu o primeiro volume da saga ISLANDER já sabe aqui ao que vai, e que em termos de qualidade vai bem servido, sobretudo a nível visual. Do mesmo argumentista, Caryl Férey, e do mesmo desenhador, Corentin Rouge, temos agora SANGOMA - OS CONDENADOS DA CIDADE DO CABO, a mais recente novidade da editora ARTE DE AUTOR.
Mudamos agora de cenário, da gélida paisagem da Islândia para uma quente África do Sul pós-apartheid, muito marcada ainda por desigualdades raciais profundas entre proprietários brancos e trabalhadores negros. A descoberta do corpo de um trabalhador negro morto numa vinha é o ponto de partida para um policial intenso que decorre num clima de elevada tensão social.
Já nas livrarias.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
A conclusão do diptico O Nome da Rosa
Depois de ter garantido, durante o festival do Amadora BD de 2025, que faria a edição do segundo e último volume da adaptação por Manara do romance O NOME DA ROSA de Umberto Eco, a GRADIVA acaba de fazer o seu lançamento para as livrarias.
Se por um lado é de aplaudir este “esforço” da editora em não deixar os leitores portugueses “pendurados” atendendo ao processo da reestruturação pelo qual passou recentemente – o seu catálogo passou para a editora Guerra e Paz – por outro lado quer-me parecer que este lançamento terá sido o “canto do cisne” em termos de edição de BD pela Gradiva.
É certo que continua a reeditar pela enésima vez, e à vez, os livros do Calvin & Hobbes, mas sem qualquer valor acrescentado, tudo mais do mesmo, e acresce que o seu stock de banda desenhada encontra-se a saldos. Logo se verá o que reserva o futuro, mas palpita-me que não devemos ouvir falar de novos lançamentos de BD por parte da Gradiva mais este ano.
Para já temos aqui a conclusão deste NOME DA ROSA, do qual confesso que a primeira parte não me entusiasmou – achei algo maçuda de se ler (recomendo antes ver o filme de Jean-Jacques Annaud).












